quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Lady GaGa e seu vestido vivo!

A cada show da nova etapa da The Monster Ball Tour Lady GaGa vem acrescentando pequenos detalhes visuais, e no 5º show (ontem a noite), ela surpreendeu com um “vestido vivo” (Living Dress)!

A performance de “So Happy I Could Die” era chata e parada, um dos poucos momentos tediosos do show em que GaGa, sem dançarinos, só desfilava até a ponta da extensão do palco e era elevada numa plataforma. Então, claro, como de costume, ela mudou tudo.

O vestido que movimenta-se é colocado em pleno palco, telões descem ao redor da diva criando um “camarim”. Todo um clima de suspense é feito e então, como mostrado no vídeo, os telões sobem e GaGa faz questão de ficar absolutamente parada para mostrar a nova criação da Haus of Gaga inspirada pelo estilista Hussein Chalayan.

O próximo show, em Londres, além do vestido vivo, o monstro gigante, o carro com um piano dentro e etc., é prometido para ter um figurino com um pênis falso, incitando o público aos antigos rumores de que ela seria hermafrodita. Tá bom ou quer mais?

GaGa deve vir para o Brasil em Junho. Nesta ou na próxima semana a agenda oficial dela será atualizada. Fiquem ligados! ;)

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Anahí faz a Lady GaGa e sangra no palco

Olha só o Ladygagismo se espalhando por todo mundo, gente! A ex RBD Anahí se apresentou no festival de Viña del Mar, no Chile, assim, toda menstruada ensanguentada.

Que coisa mais linda de ser ver! –NOT! Adoro essas pessoas formadas na faculdade do grito –NOT. E o drama, gente? Parece que a criatura nunca morre, céus! E as facas de plástico? De onde vieram? Os dançarinos que jogaram? Como foi, hein Bial? Expricaaaaa! –Q

De onde as facas vieram eu não sei, mas que as referências para essa incrível (hein?) performance são bem claras. Vem comigo analisar no analisando com o QDNG:

anahi

Morri abiga, bjs.

Novo clipe da Ke$ha: Bla bla bla


Se o player não carregar clique aqui para assistir

Uhuuuuuulllll!11!!!!111 Que foda! Que original! –NOT.

Olha, eu sei que a Ke$ha está há 1584812318 semanas no topo com Tik Tok, mas, vamos concordar, além de só fazer performances ao vivo totalmente meio cagadas e desanimantes, os clipes conseguem ser piores. Ela só tem dois e já conseguiu fazer de si mesma um clichê do próprio clichê.

Fora o lado saco de cabelo-oleoso-e-menina-bêbada-cool, “Blah blah blah” é uma boa escolha de single, só acho que demorou demais para sair. A música é legal, é daquelas (como Tik Tok) que você fica no quarto, pulando na cama e cantando com a escova [se só for eu, considere-me morto de vergonha –q].

E aí? O que a$haram?

Ps.: O nome errado da música no título do post é proposital.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

O babado é certo?

O babado é certo?

Rá! E aí gente bonita? Tudo baum? Como foram de carnaval? Eu tentei, vocês viram, tentei e tentei voltar com o blog em janeiro, mas é aquela coisa, o ano do brasileiro só começa depois do carnaval, né?

Louvado seja o nosso país! Ou não. Focando no assunto sem rodeios: Do que vamos conversar no primeiro post pós férias? BBB.

Ps.: Este artigo é diferente dos demais do Pega o Rato. Linguagem, tema, propósito e tamanho divergem do restante do conteúdo do blog.

Nesta semana estão no paredão Angélica, Dicesar e Dourado. Para mim não importa o tamanho do bigode da Morango ou a quegida Drag Queen. O advento do “sou jogador e daí” inaugurado na edição anterior abriu alas para um grupo de pessoas onde “ninguém é só vilão ou só herói”. O que é absolutamente verdade.

Será essa dualidade algo bom? Para o burburinho em torno do programa, sem dúvidas. Numa eleição onde, mais do que nunca, o público vota em quem mais odeia, o Marcelo Dourado sem dúvidas é o meu campeão, o número um na lista de ódio. Mas infelizmente não é o da grande maioria do Brasil. Mas porque?

O Big Brother dura 3 meses e alguma coisa, não somente 3 semanas. Quando a Globo finalmente conseguiu colocar-se na boca do twitter com a Tessália no programa e polemizar colocando gays assumidos, todo mundo começou a dizer que este seria o BBB dos coloridos, inclusive a rejeitada tuiteira.

A questão é que isso não gera audiência (por muito tempo), não faz radiar alguém que as pessoas julguem ser mais herói que vilão. “Então para que assistir o programa?” O povo precisava de alguém para se identificar, para amar, para odiar menos. Então, claro, a edição o fez. O escolhido foi o Dourado.


Se o youtube tirar o vídeo do ar clique aqui para assistir

O vídeo acima mostra algumas das barbaridades do Marcelo Dourado que ficaram de fora das pílulas controladas dadas todas as noites no programa. Para quem assiste no pay-per-view o conteúdo acima não é nenhuma novidade, ou simplesmente é “relevado” em nome… em nome de que, meu Deus?

O Dicesar fez o favor de exagerar nas declarações sobre homofobia no começo do programa como uma forma de jogo, eis que a heresia da “heterofobia” tomou conta da boca do povo, e pronto, bastou colocar algumas cenas mostrando o lado vilão de um e o herói do outro para criar um vencedor, para criar alguém que as pessoas possam projetar seus medos e preconceitos de forma “aceitável”.

Não gosto do Dicesar, não gosto do Serginho e muito menos da Angélica. Não gosto de ninguém nesse programa. O intuito deste post é usar este espaço de forma diferente para mostrar o real problema: O povo ainda se identifica e apóia uma pessoa como o Dourado, que de brilhante e maleável não tem nada.

Marcelo Dourado é um termômetro, um retrocesso, um risco de voltarmos para a década de 80 quando a AIDS era tida como “o câncer gay” ou como “o castigo de Deus sobre os gays”, dentre tantos outros traços da personalidade dele além da homofobia, como o machismo, inclinação para violência, ignorância, etc.

O babado é certo? (Com trocadilho) Não, não é (com trocadilho).

As pesquisas estão aí, Dourado fica na casa em todas. Ele provavelmente ganhará o programa. Isto muda minha vontade de votar? Não, não mesmo. Só aumenta. Se você pensa o mesmo, vote! Vote muito!

Obs.: Este é o meu posto de vista. Se você tem um diferente e pretende expressá-lo nos comentários, o faça com educação. Economize-me o tempo de deletar um comentário. Fica a dica.